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Unipampa sediará 4º Copene Sul em Jaguarão

Por Emanuelle Tronco Bueno
com informações da Profa. Sátira Machado no NAÇÃO Z

A Universidade Federal do Pampa (Unipampa), Campus Jaguarão, foi escolhida para sediar o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisadores Negros da Região Sul (Copene Sul). A seleção foi realizada durante a 3ª edição do evento, realizado em Florianópolis. O 4º Copene Sul ocorrerá no Campus Jaguarão, em 2019, e será presidido pela coordenadora local do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e indígenas (NEABI), Giane Vargas Escobar. O evento irá reunir participantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e do Paraná.

Na ocasião, o reitor da Unipampa, Marco Antonio Fontoura Hansen, apoiou a realização do evento em Jaguarão. “Sentimo-nos honrados pela escolha. Ela foi o resultado do reconhecimento das ações da Unipampa. O primeiro Neab foi criado em 2010, em Uruguaiana. Em 2016, institucionalizamos a Coordenadoria das Ações Afirmativas (CAF) no Gabinete da Reitoria. E, a Resolução nº 161/2016, que instaura o Fórum de NEABIs da Unipampa, teve a adesão do multicampi proporcionando a criação de Núcleos nas dez Unidades da Universidade”, afirma o reitor.

A presidenta da Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), Anna Benite, destaca que os congressos regionais e nacionais são promovidos pela associação em conjunto com o consórcio de Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABIs) de várias regiões do país. Em 2018, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) realizará a décima edição do Copene Nacional, em Minas Gerais.

Histórico do evento:

A primeira edição do Copene Sul ocorreu na Universidade Federal de Pelotas (UFPel), em 2013, e teve como presidente a professora Georgina Helena Lima Nunes. Já a segunda edição do evento ocorreu em 2015, na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, sob a presidência do professor Paulo Vinicius Baptista da Silva. Em 2017 foi realizada a terceira edição, presidida pela professora Joana Célia dos Passos, que ocorreu na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis.

Participaram da escolha as seguintes Instituições de Ensino Superior do Rio Grande do Sul: FURG, UFPel, UFRGS, Ulbra, Unisinos e UFSM.

 

Campus Dom Pedrito realiza evento para apresentar as temáticas tratadas pelo NEABI

20No último dia 20 de julho de 2017, o Campus Dom Pedrito acolheu uma tarde de “Roda e Conversa e Roda de capoeira”, com vistas a convidar a comunidade acadêmica para a composição do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (NEABI). O intuito foi apresentar as temáticas tratadas pelo NEABI, as quais procuram articular atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas às histórias e culturas africanas, afro-brasileiras e indígenas, conforme previsto nas leis 10.639 de 9 de janeiro de 2003 e na Lei nº 11.645 de 10 de março de 2008, respectivamente. As atribuições dos NEABIs foram fixadas na Resolução nº 161, de 31 de outubro de 2016 CONSUNI/UNIPAMPA e relacionam-se a um amplo debate e conjunto de ações sobre educação das relações étnico-raciais a serem desenvolvidas em cada campi da nossa universidade.

No Campus Dom Pedrito, o NEABI vem sendo pensado por um grupo de docentes, técnico-administrativos e estudantes que já atuam ou interessam-se por essa temáticas, estando sob a coordenação da Profª Drª Suzana Cavalheiro de Jesus e da TAE Taíse Gomes. No decorrer desta trajetória foi percebida a necessidade de explicitar à comunidade em geral o que é o NEABI e quais ações são planejadas por este Núcleo, a fim de abraçar uma diversidade mais ampla de participantes. Neste evento do dia 20 de julho o campus contou com a presença do Profº César Jacinto, pesquisador de história afro-brasileira e membro do Movimento Negro, o qual proferiu uma fala sobre a luta histórica dos Movimentos Sociais Negros em prol de ações afirmativas no âmbito do acesso aos direitos sociais.

Na sequência, foi desenvolvido um momento de diálogo com membros do Conselho do Povo de Terreiro do Município de Alegrete, abordando elementos concernentes à diversidade religiosa e identidade negra. Encerrando a tarde de palestras, a ACAF (Associação Cultural Capoeira Arte Sem Fronteiras), também de Alegrete, apresentou ao público presente as diferenças entre Capoeira Regional e Capoeira Angola, bem como a prática do Maculelê e do Samba de Roda. Os participantes também foram convidados a realizar cada uma destas práticas corporais, culminando com uma grande roda de samba.

Curso de Letras EaD – Institucional e NEABI Jaguarão convidam para 2ª Semana de Estudos Transversais

De 02 a 16 de julho, o Curso de Letras – Português a Distância em parceria com o NEABI Jaguarão ( Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas)  realizam a 2ª Semana de Estudos Transversais “Educação, Histórias e Culturas Indígenas”

PROGRAMAÇÃO: http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/llpead/files/2017/06/2a-semana-de-estudos-tranversais-apresentacao-e-programacao_27-06-2017.pdf

 

Maiores informações:
Campus Alegrete – TAE – Maria Cristina Graeff Wernz – maria.cristinagw@gmail.com
Campus Jaguarão – Prof. Walker Douglas Pincerati – pincerati@gmail.com

Campus São Gabriel cria seu NEABI

No dia 4 de julho (terça-feira), o Campus São Gabriel da Unipampa realiza o ato de criação do Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABI), na sala de reuniões da sede administrativa, situada na Av. Antônio Trilha, nº 1847, em São Gabriel/RS.

Maiores informações:
TAE – Prof. Carlos Garcia – cxaviergarcia368@gmail.com
Docente – Prof. Rafael Cruz – rafaelcabralcruz@gmail.com

Unipampa realiza 1º Fórum de Neabis

Por Emanuelle Tronco Bueno

A Universidade Federal do Pampa (Unipampa), através da Coordenadoria de Ações Afirmativas (CAF) promoveu, no dia 17 de maio, o 1º Fórum dos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabis) da Unipampa. O evento, que ocorreu no Salão Nobre da Prefeitura de Bagé, teve abertura realizada pelo reitor da Unipampa, Marco Antonio Fontoura Hansen, que manifestou sua satisfação em se deparar com ações de diversidade.

Durante sua fala, o reitor reiterou a importância dos Neabis, pois “possibilitam uma inclusão de saberes de pessoas diferentes na produção de conhecimento inovador no âmbito de ensino, pesquisa e extensão – a tríade que move nossa Universidade”. Sobre as ações afirmativas, Hansen afirmou que “promovem a equidade e a igualdade de oportunidades no âmbito da universidade, impulsionando o desenvolvimento integral do Brasil”.

A reitoria da Unipampa se posicionou com o objetivo específico de reduzir as desigualdades que ocorrem dentro da instituição. Para isso, a gestão “está em processo de criação de uma comissão que visará estudar a política voltada para prevenção, conscientização e responsabilização referente à violência moral, sexual, étnica-racial, de gênero, contra pessoas com deficiência e violências correlatas”, conclui o reitor.

A Unipampa mantém o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas do Campus Uruguaiana desde 2010. Os Campi JaguarãoItaquiSão Borja e Alegrete estão em fase de regulamentação dos Neabis. BagéSantana do LivramentoSão GabrielDom Pedrito e Caçapava do Sul estão em processo de articulação entre os servidores interessados nos estudos afro-brasileiros e indígenas.

http://novoportal.unipampa.edu.br/novoportal/unipampa-realiza-1o-forum-de-neabis

Primeiro Fórum de Neabis da Unipampa será realizado em maio

A Reitoria, através da Coordenadoria de Ações Afirmativas (CAF), promove o primeiro encontro de integração institucional dos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas, realizando o I Fórum de Neabis da Unipampa no dia 17 de maio, no Salão Nobre da Prefeitura do Município de Bagé.

A Unipampa mantém um Núcleo no Campus de Uruguaiana, desde 2010. Após a aprovação da Resolução 161/2016 que prevê a criação de mais NEABIs na instituição, os campus localizados nas cidades de Jaguarão, Itaqui, São Borja e Alegrete já estão regulamentando seus núcleos.

Os campus de Bagé, Santanta do Livramento, São Gabriel, Dom Pedrito e Caçapava do Sul estão em processo de articulação entre os/as servidores/as interessados/as nos estudos afro-brasileiros e indígenas.

Para maiores informações, entrar em contato com a Coordenadoria de Ações Afirmativas (CAF) da Unipampa, pelo email: caf@unipampa.edu.br

Visite o site do Fórum de NEABIs da Unipampa

Unipampa 2017 seleção para indígenas aldeados

A Universidade Federal do Pampa divulgou o Edital nº 388/2016, que normatiza o processo seletivo específico para indígenas aldeados. Serão 21 vagas, em quatro campi, distribuídas em 12 cursos de graduação.

As inscrições deverão ser feitas até o dia 15 de janeiro de 2017, por meio do site da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd)Processo Seletivo Indígena.

Poderão participar da seleção os indígenas aldeados do território nacional que concluíram ou irão concluir o Ensino Médio até a data prevista para a matrícula, que conforme o cronograma será dia 03 de março de 2017. No momento da inscrição, o candidato deverá optar por até dois cursos em ordem de preferência e prioridade.

Para o dia 17 de janeiro está prevista a divulgação da lista dos inscritos. A prova será aplicada no dia 20 de janeiro e terá duração de quatro horas. A abertura dos portões para entrada dos candidatos ocorrerá às 13h e o fechamento às 13h50 (Horário de Brasília – DF). O exame será realizado no Instituto Federal Sul-rio-grandense, Campus Passo Fundo, a partir das 14h.

O processo seletivo será constituído de uma prova de redação, na modalidade dissertativa. Serão avaliados os seguintes critérios: atendimento ao tema; progressão temática; predomínio da tipologia dissertativa e adequação à norma cultura do português brasileiro.

Abaixo os cursos com oferta de vagas para indígenas aldeados:

O resultado final está previsto para ser publicado no dia 23 de fevereiro de 2017. Para mais informações, leia o Edital nº 388/2016.

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Unipampa participa do 3º Fórum das Ações Afirmativas

A Universidade Federal do Pampa (Unipampa) participou do 3º Fórum das Ações Afirmativas da Região Sul, realizado nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), em Foz do Iguaçu. O evento discutiu os desafios e perspectivas das Instituições Federais de Ensino Superior do Paraná, de Santa Catariana e do Rio Grande do Sul na implementação e manutenção da reserva de vagas, principalmente, para negros, indígenas e pessoas com deficiência. Os debates foram voltados ao acesso à graduação, pós-graduação e aos concursos públicos. Também foram abordados temas como as políticas de permanência, a avaliação das ações e as comissões de verificação de autodeclaração.

A coordenadora de Ações Afirmativas da Unipampa, professora Fabiana Missau, representou a Instituição no painel Ações afirmativas e o acesso dos povos e comunidades tradicionais ao ensino superior. “A Unipampa está intensificando o planejamento de ações para o acesso das comunidades indígenas e quilombolas em cursos da Universidade”, destacou Fabiana. Também participou do painel a professora Sátira Machado, que apresentou as novas possibilidades de criação dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (NEABIs) nos campi da Unipampa. “Criado em 2010, o NEAB de Uruguaiana foi o primeiro. Agora, com a aprovação do Regulamento dos NEABIs na última reunião do Consuni, mais Núcleos poderão potencializar as ações afirmativas na Universidade, em todas as Unidades Universitárias”, afirmou a docente.

A Unipampa integra o Fórum das Ações Afirmativas da Região Sul desde 2014, quando participou da primeira edição realizada na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Em 2017, o evento acontecerá em Santa Catarina, aproximando mais de 20 instituições federais da região em torno da temática. O núcleo organizador do 4º Fórum será composto pelas seguintes instituições: Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Universidade Federal do Rio Grande (FURG), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Unila, UFSCUnipampa.

Programação

Dia 31/10
9h – Mesa de abertura
9h30 – Conferência de Abertura: A Ruptura da Democracia no Brasil e os Desafios para as Ações Afirmativas
14h – Painel 1: Ações afirmativas e a políticas de permanência – desafio da inclusão da população negra e indígena no ensino superior
16h15 – Painel 2: Sistemas de Avaliação, Monitoramento e no Ensino Superior Público Federal

Dia 1/11
9h – Painel 3: Comissão de Verificação da Autodeclararão/Ações Afirmativas nos concursos públicos
14h – Painel 4: Ações afirmativas e o acesso dos povos e comunidades tradicionais ao ensino superior
16h15 – Painel 5: O desafio das ações afirmativas na Pós-graduação – o acesso e as políticas de permanência
18h30 – Exposição das deliberações dos Painéis e a Carta do Fórum Latino-Americano de Estudantes
19h – Encerramento

Unipampa lança Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas em Jaguarão

O Campus Jaguarão da Universidade Federal do Pampa (Unipampa) lançou, em novembro, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi), que visa à promoção de atividades de ensino, pesquisa e extensão voltadas às temáticas da história e da cultura africana, afro-brasileira e indígena. A cerimônia contou com a presença do reitor da Instituição, Marco Antonio Fontoura Hansen.

O regimento geral dos núcleos foi aprovado, recentemente, pelo Conselho Universitário (Consuni). O documento disciplina a criação, organização e funcionamento dos Núcleos de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi), nos dez campi da Unipampa.

Em Jaguarão, o Neabi foi apresentado pelas professoras dos cursos de Produção e Política Cultural, Sátira Machado, e de Pedagogia, Simone Alves.


Na ocasião, o reitor destacou: “A Unipampa é uma instituição inclusiva e os núcleos abrirão novas portas para parcerias no âmbito das ações afirmativas”.

Lançamento do Neabi do Campus Jaguarão – Foto: Alexandre Caldeirão

Os núcleos serão compostos por servidores e discentes da Unipampa, identificados com os objetivos do Neabi, sendo eles afrodescendentes, indígenas ou de diversas etnias. A composição inclui, ainda, integrantes das comunidades do entorno das Unidades Universitárias e membros do Movimento Social Negro e Indígena.

Para o vice-reitor, Maurício Aires Vieira, “a Unipampa avança por ter um núcleo que trate desta política de uma forma mais materializada e, mais regimentada, dentro da Universidade”.

Histórico dos Núcleos na Unipampa

Em 2010, foi criado, no Campus Uruguaiana, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (Neab), coordenado pela professora Marta Iris Camargo Messias da Silveira. Este núcleo foi pioneiro em desenvolver ações de promoção da diversidade étnico-racial, de valorização das histórias e cultura afro-brasileiras e indígenas, fortalecendo as ações afirmativas na Unipampa.

Em julho de 2016, por iniciativa do então pró-reitor adjunto de Assuntos Estudantis e Comunitários, professor Cristóvão Domingos de Almeida, em diálogo com a Comissão Especial de Estudos sobre História e Cultura Afro-brasileira e Indígena (Hicabi), foi encaminhado ao Consuni o regulamento para a criação de novos núcleos nos campi da Instituição.

Com parecer favorável da conselheira, professora Ana Cristina da Silva Rodrigues, diretora do Campus Jaguarão, o regimento foi aprovado durante a 74ª Reunião Ordinária do Conselho, realizada em Bagé. O documento também cita a criação do Fórum Neabi/Unipampa, que será responsável pela integração dos dez núcleos da Universidade e pelo diálogo permanente com a Coordenadoria de Ações Afirmativas (CAF), coordenada pela professora Fabiana Missau.

Antecedentes Nacionais dos Núcleos

A história dos Núcleos Brasileiros tem início em 1956, com a criação do Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Desde então, outras Instituições de Ensino Superior, públicas e privadas, passaram a criar órgãos correlatos, como os Núcleos.

“A maior inserção de militantes afrodescendentes nas Universidades possibilitou a aproximação desses profissionais no primeiro Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as (Copene) e a criação da Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as (ABPN), em 2000”, conta a professora Sátira.

Atualmente, essa rede de cooperação científica reúne mais de cem núcleos, incluindo os da Unipampa, que produzem conhecimentos sobre África, diáspora africana, afro-brasileiros e indígenas em todas as regiões do país.

Com informações da professora Sátira Machado