Aplicações

A técnica baseada no efeito Raman tem sido muito utilizada para análise de novos produtos das indústrias de alta tecnologia, como exemplo tem-se a fabricação de microchips (de semicondutores) e aplicado também na indústria farmacêutica. Também tem auxiliado para o planejamento da estrutura molecular e para obter um melhor desempenho minimizando os materiais para construi-los.

Suas aplicações são diversas, como: em sistemas biológicos, aplicações biomédicas, aplicações forenses e criminalísticas, validação de obras de arte, aplicações arqueológicas, genética, paleontologia, etc.

Aplicações forenses e criminalística
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O uso da espectrometria Raman pode ser usado para caracterizar fluidos biológicos, tecido humano, ossos e evidência de traços, como resíduos de traços de disparos, fibras e cabelo.
Para a criminalística a espectrometria Raman é uma óbvia solução por ser confirmatória, não destrutiva, seletiva e de natureza rápida.
No caso das drogas ilícitas, a espectroscopia Raman consegue identificar o tipo de droga dentro de uma ampla gama de drogas de aparência parecida.

Validação de obras de arte
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As obras de arte podem ser autenticadas mediante a espectrometria Raman, e a grande importância desta técnica é que não modifica o objeto estudado. Desse analise pode-se determinar o período da criação da mesma. Por outra parte, no caso de ser necessária uma restauração, se conheceria a composição química das componentes.

 

Genética

Espectrofotometria Raman é uma técnica sensitiva de detecção que tem o potencial de diminuir a necessidade de PCR (reação em cadeia de polimerasa) e trabalhosas técnicas bioquímicas. Desde os anos 1970 pesquisadores tem usado Raman para explorar quase todos os aspectos da biologia e biomedicina, incluindo o DNA.