O GIPPE – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Prática de Ensino

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Pensar em tecnologias e o seu uso no dia-a-dia é pensar na própria evolução humana. Para Kenski[1] (2003, pg 19), “tudo o que utilizamos em nossa vida diária, pessoal e profissional (utensílios, livros, giz e apagador, papel canetas, lápis, sabonetes, talheres…), são formas diferenciadas de ferramentas tecnológicas”. No Brasil, os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) apontam para a utilização de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no ambiente escolar, pois cada vez mais o mercado de trabalho incorpora recursos tecnológicos. As redes sociais a cada dia são mais utilizadas pela maioria dos estudantes, como forma de socializar informações. A utilização deste tipo de ferramenta pelo professor deve ser explorada para tornar a aula mais atrativa e dinâmica, usando a linguagem dos estudantes. Há, portanto, um gigantesco caminho a percorrer – e isso deve ser feito logo. Com base nisso, o Grupo Formado busca pesquisar e aprimorar o uso de tecnologias no ensino e aprendizagem, como as redes sociais, ambientes virtuais de estudo e avaliação, inserção de práticas no ensino de ciências (química, física e biologia), que sejam economicamente viáveis e seguras para a execução com discentes de diferentes faixas etárias, experimentação no laboratório e fora dele, fitorremediação como prática de educação ambiental e estudos sobre as diversas formas de avaliação. Também se tem por objetivo disponibilizar cursos de produção de material didático a partir de materiais reciclados.

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[1] KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distancia. 2. Ed. Campinas: Papirus, 2003. 157p.